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007 a Serviço Secreto de Sua Majestade

Esse é um dos meus preferidos, está no top 10, dentre os melhores filmes. O livro escrito em 1963 por Fleming foi best-seller. Tanto o livro quanto o filme de 1969 são recíprocos; um completando o outro;. Mas infelizmente o público do cinema não foi receptivo à mudança do intérprete do maior agente secreto com licença para matar. Mesmo o filme sendo um dos mais fiéis à literatura de Fleming. Acompanhem comigo essa grandiosa aventura nos Alpes suíços.

007 Contra a Chantagem Atômica

Detalhes sobre a polêmica em torno do filme.

Será um prazer poder falar de um tema que aprecio tanto e poder compartilhar um pouco deste conhecimento com vocês. O assunto de hoje é sobre o polêmico “007 Contra a Chantagem Atômica”, filmado originalmente em 1965 e depois refeito sob o título “Nunca Mais Outra Vez” em 1983 fora da franquia oficial.

O personagem surgiu, como uma forma de terapia para o ex-agente da marinha britânica Ian Fleming. Maneira que seu psicólogo encontrou para Fleming deixar o estresse de lado, por no papel suas aventuras, que se confundem com a vida de bon vivant que levava. Assim, nos anos 50, em sua casa na Jamaica denominada “Goldeneye” nasceu o maior dos heróis: oficialmente foram 14 livros, de 1953 a 1966, sendo o 14º “Octopussy and The Living Daylights” postumamente.

007 Contra Goldfinger – 50 anos

Clássico da série segue um dos favoritos dos fãs.

“Gooooldfiiiinger, his the man; the man of midas touch… A spider touch”. Assim interpretava com grande eloquência Dame Shirley Bassey, grande cantora popular a convite do maestro John Barry, dando início ao filme que deu o tom, a direção de sucesso aos filmes de James Bond.

Uma pré-sequencia de ação seguida de um clipe inicial de créditos e uma canção-tema, lindas e estonteantes mulheres, locações exóticas ao redor do mundo e um super vilão com um super capanga e um plano mirabolante… Foi em “Goldfinger” que tudo aconteceu e um jovem irlandês de 14 anos chamado Pierce Brosnan decidiu que queria um dia ser James Bond – fato que acabou acontecendo em fevereiro de 1995, mas isso é assunto para depois. Porque agora é pure gold!!

Com 007 Só Se Vive Duas Vezes: Uma derrapagem no Japão

Quinto filme da franquia não teve êxito dos anteriores.

Haikai, um poema curto japonês, inaugura o prefácio do livro de 1962 escrito por Ian Fleming após ter sofrido um ataque cardíaco grave visitando o Japão. Durante a sua recuperação, ele escreveu “You Only Live Twice”. O poema dizia:

“Só vives duas vezes: Quando nasces E quando tens a morte à tua porta.”

- Ian Fleming -

De fato os produtores Broccoli e Saltzman resolveram misturar a tensão da Guerra Fria da época com os costumes nipônicos. O livro foi lançado em 1964 e o filme “Com 007 Só Se Vive Duas Vezes” é de 1967. As diferenças são grandes: o primeiro fez sucesso; já o segundo gerou a primeira derrapada na franquia do cinema e vou contar um pouquinho a respeito e ressaltar o que há de bom e curioso na quinta aventura do maior agente do cinema que “só viverá duas vezes” nesta aventura. Será?

Dr. No

007 Contra o Satânico Dr. No


Dr. No é o primeiro filme da série de James Bond, e, portanto, o primeiro estrelado por Sean Connery como Bond. Lançado em 1962 no Reino Unido, abriu o caminho para todos os filmes de James Bond. Ele apresentou a primeira Bond Girl, o primeiro vilão excêntrico. Escrito por Richard Maibaum, Johanna Harwood, e Berkely Mather, o filme foi baseado no sexto romance de Bond de Ian Fleming com o mesmo nome.

No filme, o agente do serviço secreto britânico James Bond é enviado à Jamaica em uma missão para investigar o recente assassinato de um agente companheiro que parece ter alguma conexão com uma série de falhas recentes no programa espacial dos EUA. Lá, ele descobre que o gênio do mal Dr. Julius No que planeja algo em sua ilha privada.

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